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Compromisso com a segurança – A segurança dos utilizadores das vias é a nossa prioridade absoluta.
Inovação contínua – Valorizamos e promovemos soluções técnicas e tecnológicas avançadas.
Rigor e qualidade – Defendemos práticas de manutenção com elevados padrões de qualidade.
Colaboração – Trabalhamos em rede com parceiros públicos e privados para alcançar objetivos comuns.
Sustentabilidade -Apostamos em soluções que equilibrem segurança, ambiente e eficiência.
Transparência e ética – Atuamos com integridade e responsabilidade perante a sociedade.
Foi em 2002 que a AFESP se constituiu como associação de direito privado sem fins lucrativos. Estas foram as empresas fundadoras:
FLGaspar – Trafiurbe-Viamarca SNSV – Tracevia – Monsegur – Sinalmarca
Com mais de 20 anos de existência a AFESP conta entre os seus associados com empresas líderes no mercado do fabrico, colocação e manutenção de sinalização e de equipamentos de segurança, bem como de consultores e empresas projetistas que aplicam o saber da engenharia de segurança rodoviária nos seus pareceres e projetos. Auditorias de Segurança Rodoviária e Inspeções de Segurança Rodoviária são intervenções de análise e supervisão que estão ao alcance de técnicos qualificados associados da AFESP e que contribuem para verificar a qualidade da conceção e das medidas aplicadas na rede viária do país. Ao longo de mais de 20 anos de existência. A AFESP sempre se pautou por ter uma firme presença identitária, quiçá discreta, sem nunca deixar de se envolver e de colaborar com entidades publicas e privadas no combate à sinistralidade rodoviária no nosso país. E assim, pretende continuar.
O primeiro sinal de trânsito existente no mundo, encontra-se em Portugal, em Alfama, desde o século XVII.
Foi D. Pedro II que ordenou a colocação de 24 sinais de regulação na cidade de Lisboa em 1686 e ainda é possivel ver um desses sinais na R.do Salvador em Lisboa.
Em Portugal a Circular Nº1/Cs de 1959 da JAE, baseada no Protocolo de Genebra de 1949, vêm organizar o espaço normativo em Portugal e são essenciais para dar coerência e consistência à sinalização em todo o país.
Não havendo abundância nem variedade de materiais e existindo fortes assimetrias de recursos de região para região, as normas vão permitir usar o cimento, a areia e o ferro, na construção de sinais verticais. Estes três componentes eram acessíveis em qualquer lugar, eram usados na construção civil e vão permitir a produção de sinais nas Direções Distritais de Estradas.



E no final dos anos 60 que surgem as primeiras máquinas de pintura a frio no país que vieram acelerar e disseminar a instalação de um recurso importante na condução e disciplina do tráfego.
primeiras máquinas de pintura a frio em Portugal.
Nos anos 60 é introduzido o ferro como suporte da sinalização vertical. O peso o transporte a colocação de um sinal de betão de cimento tornou-se desadequado. E acima de tudo perigoso para a segurança rodoviária, conceito que se expandia facilmente pelos países da OCDE. A adoção de materiais retrorrefletores nos sinais de trânsito significou um salto importante na qualidade e só era facilitado no ferro ou noutro metal, nunca no betão de cimento.


Na segunda metade dos anos oitenta, praticamente 30 anos após as Normas da JAE de 1959, surgem Normas mais modernas adaptadas a caraterísticas diferentes de veículos e de estradas que aceitavam já maiores velocidades de circulação.
As normas que tinham durado 30 anos são substituídas por documentos normativos com maiores exigências produzidos pela casa-mãe que corporizava o setor rodoviário- a JAE.
Começa o “boom” de construção de IPs e ICs em respeito pelo Plano Rodoviário Nacional, documento estruturante, coluna vertebral do planeamento da rede que hoje temos em Portugal.
Painéis de mensagens variáveis.
Hoje vivemos num processo de maior “diálogo” entre o condutor e a estrada através de novas tecnologias aplicadas ao sector.
Painéis de mensagens variáveis. Informação em tempo real
Temos informação em tempo real, temos veículos mais seguros, temos estradas mais amigas do usuário, e temos cada vez mais necessidades e mais diversidades na mobilidade, mas continuamos a ter as deficiências dos seres humanos que não têm sido totalmente absorvidas pelos níveis de qualidade e segurança que foram sendo introduzidos nos últimos 20 anos.
João Almeida
Habidom - Rui Castro
Fernando L. Gaspar
Fernando Coimbra Gaspar
Trafiurbe
Nuno Balula
Plenavia
José Carlos Rodrigues
Viamarca
André Espírito Santo
Isidovias
Ricardo Rodrigues
Candela
Paulo Correia
João Sousa Marques
Licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico (1969-1975).
Engenheiro de Tráfego pela Universidade de Birmingham no Reino Unido (1979).
Master of Science (M Sc) (1979).
Auditor de Segurança Rodoviária na Grã-Bretanha. 2001 – 2006.
Engenheiro Especialista em Transportes e Vias de Comunicação, pela Ordem dos Engenheiros em 2002.
Membro da Comissão Executiva -Transportes e Vias de Comunicação da Ordem dos Engenheiros 2002/4.
Vice-Presidente do Conselho Administração IEP 2003.
Professor adjunto especialista pelo IPL 2011.
Vice-Presidente InIR até 2013.
Consultor internacional desde 2013.
Auditor de Segurança Rodoviária- certificado por IMT 2022.
A AFESP possui um grupo de Formadores constituído por profissionais credenciados nas suas várias especialidades, preparados pedagógica e tecnicamente para transferir conhecimentos e partilhar experiência profissional. Alguns nomes:
Ana Bastos
António Ugo Silvestre Berardinelli
Elisabete Freitas
Adriano António Pinto de Sousa
Jorge Manuel César Freire
Luísa Teles Fortes
Luis Manuel de Castro Melo
Paulo Nuno Rodrigues Marques Augusto
Email: geral@afesp.pt